COMO SUPERAR UM RELACIONAMENTO QUE CHEGOU AO FIM? QUANTO TEMPO LEVA PARA SUPERAR?

O PRESENTE TEXTO APRESENTA UM RESUMO DE UM TRABALHO DE MINHA AUTORIA DENOMINADO “QUANTO TEMPO É NECESSÁRIO PARA SE SUPERAR UM RELACIONAMENTO CONJUGAL QUE CHEGOU AO FIM?”. O PRESENTE RESUMO É COMPOSTO DE APENAS ALGUNS TRECHOS PRINCIPAIS DO TRABALHO, AQUI ESTÃO INCLUSAS ALGUMAS DISCUSSÕES, RACIOCÍNIO E REFLEXÕES MAIS ELABORADAS QUE LEVAM A ALGUMAS DAS CONCLUSÕES APRESENTADAS ABAIXO. PARA TER ACESSO AO TEXTO COMPLETO BASTA SOLICITÁ-LO EM UM COMENTÁRIO (DEIXANDO O SEU E-MAIL OU POR PEDIDO NO LINK: http://ask.fm/Andyankee

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fim-namoro

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Há algum tempo atrás eu escrevi um texto denominado “Como esquecer a pessoa que ainda amo” e este texto fez bastante sucesso e até hoje é bastante visualizado e comentado. Basicamente este texto trata do que o tema já deixa bem explícito, ou seja, de meios que podemos utilizar para podermos esquecer uma pessoa com a qual tivemos um relacionamento conjugal, o qual chegou ao fim por algum motivo. Bem, a partir deste texto e de experiências que tive até então eu desenvolvi a minha tese para uma questão relacionada a esta problemática ou tema central, se preferirem. A questão é a seguinte: Quanto tempo é preciso para superarmos um relacionamento conjugal que chegou ao fim? Em torno desta questão será feita uma análise da mesma relacionando-a com alguns pontos do texto “Como esquecer a pessoa que ainda amo” de uma maneira genérica.

Em um episódio da série americana “How I met your mother”, especificamente o episódio () da () temporada, a questão a respeito de quanto tempo se leva para se superar um relacionamento conjugal que chegou ao fim é levantada e tratada de maneira descontraída, neste tratamento de tal questão alguns personagens apresentam algumas teses muito interessantes para a questão, veja algumas delas:
1- [LiLy] “Metade da duração do relacionamento”;
2- [Marshal] “Uma semana para cada mês que estiveram justos”;
3- [Robin] “Exatamente 10.000 bebidas, seja lá quanto tempo levar”;
4- [Barney] “Não dá para medir algo assim em tempo. Há uma série de passos a seguir, desde a cama dela até a porta da casa dela. Fora de lá, pronto. Pegue a próxima”
5- [Ted] “Eu acho que você começa a superar no momento em que conhece uma pessoa que o coloca no jogo novamente”.
Vou confessar que depois de me ter assistido aquele episódio eu pensei no assunto e isso somado ao meu interesse pessoal pelo assunto me levou a criar a minha tese a respeito da questão. Falo “minha tese” por ser tudo fruto da minha percepção e reflexão sobre o que já vivi. Não sei se existe algum escrito com conteúdo idêntico, mas se houver não acho isso relevante, pois não é de minha intenção ser um estudioso da área  mas somente compartilhar minha reflexão aqui.

O PROBLEMA

Quanto tempo é preciso para se superar um relacionamento conjugal que chegou ao fim? Quanto tempo leva para que o que foi vivido em um relacionamento conjugal deixe de fazer sentido para um cônjuge?

A TESE

Há um tempo certo, há um tempo determinado para que alguém possa superar o que foi vivido dentro de um relacionamento conjugal ou um relacionamento conjugal como um todo. No entanto, este tempo é relativo a cada pessoa, ou seja, o tempo que se leva para superar um relacionamento conjugal que chegou ao fim varia de pessoa para pessoa. Entretanto, este tempo é determinado por cada pessoa, ou seja, cada pessoa tem controle sobre o tempo que ela irá levar para superar o seu relacionamento conjugal que chegou ao fim.
Mas como ter controle sobre o tempo? Afinal o tempo flui naturalmente, é algo natural e que está para além do ser humano o seu controle. Não entendamos mal a proposição, quando digo que a pessoa tem controle sobre o tempo que ela leva para superar um relacionamento conjugal que chegou ao fim não estou propondo que ela pode dominar o funcionamento do tempo, podendo adiantá-lo ou atrasá-lo  pará-lo, etc. No entanto, o que proponho equivale a isto, o que muda é que a pessoa não controlará o tempo em si, mas controlará a si própria numa interação com o tempo.

[…] as lembranças somadas à falta castiga sem dó o indivíduo que saiu de um relacionamento conjugal, no entanto, muitos passam por isso e superam o relacionamento. O que estes guerreiros fizeram para conseguir isso, afinal? Bem simples, eles completaram O CÍRCULO.

 O que quero propor não é uma superação que pareça natural, do tipo “vou viver minha vida concentrado na ideia de que quero superar e com o tempo isso vai acontecer”. Bom, pode acontecer e uma hora irá mesmo acontecer. O que proponho é usar a estrutura real do que faz uma pessoa superar um relacionamento e usá-la de maneira sistematizada para que a superação se dê no menor espaço de tempo possível. Bom, mas qual é esta estrutura?
1 – Começa na atitude de querer superar, ou seja, o indivíduo tem que determinar que ele quer superar e não há mais nenhuma possibilidade de que o relacionamento seja reatado.
2 – O segundo passo é superar mesmo. Como? Banalizando tudo o que ele considerou especial dentro do relacionamento que chegou ao fim e que agora convive com ele na forma de lembranças. Ora, vivemos muitas coisas com diversas pessoas e com nossos cônjuges  por que as que vivemos com os cônjuges nos perturbam depois do fim do relacionamento e as que vivemos com outras pessoas comuns não nos perturbam quando elas vão embora? Porque acrescentamos, como já foi dito, este elemento especial na situação. Já com as situações que vivemos com as outras pessoas não acrescentamos nada e eles continuarão sendo simples situações, bem como são de fato. Então, a questão aqui quando falo de banalizar as situações é fazer com que elas retornem a ser simples situações, bem como as que vivemos com qualquer pessoa comum, é tirar este elemento especial que colocamos nas situações.
Bom, então a estrutura ou processo que passamos para superar um relacionamento se dá basicamente (1) em estabelecer para si mesmo que quer superar e (2) partir para a superação, que consiste basicamente em fazer com que aquilo que foi vivido e considerado especial dentro do relacionamento seja banalizado ou que perca o sentido, o valor que representa.
Mas como banalizar, fazer o que foi e considerado especial no relacionamento perder o sentido e o valor que representam? A minha proposta, neste sentido, como já foi dito, não é deixar ocorrer a banalização naturalmente, mas sim de maneira sistematizada. Então aqui eu tiro o tempo do centro da questão e coloco o próprio indivíduo como aquele que irá possibilitar a sua superação, e no menor espaço de tempo possível. O indivíduo banalizará uma lembrança, fará algo que foi vivido com um cônjuge perder o sentido quando ele aprender a conviver com uma situação que foi vivida com o cônjuge  Ou seja, o indivíduo tem que se habituar a viver outras vezes aquela situação sem o ex cônjuge ou com outras pessoas. Com isso, em um momento ele perceberá que aquela situação não tem nada de especial e, se vivida com outras pessoas ele perceberá que aquela situação também pode ser boa com outras pessoas e não somente com aquele cônjuge que ele viveu anteriormente.
Muitas vezes os indivíduos se sentem receosos de fazer determinadas coisas, ir a determinados lugares, passar por determinadas ruas, até comer alguma comida ou beber uma determinada bebida, usar um perfume, ler um livro, assistir a um programa, escutar uma música, etc., simplesmente por aquilo ser algo que provoque as lembranças indesejáveis do que foi vivido no relacionamento conjugal, ou seja, estas coisas receberam o elemento especial, por representarem algo importante estas coisas foram consideradas especiais. A ideia é enfrentar mesmo estas coisas, viver mesmo todas elas mais uma vez e mais outra vez até que elas percam o sentido, se tornem banais. Assim o indivíduo viverá apenas com perfumes, comidas, roupas, livros que são somente o que são, andará por ruas, bares, shoppings, enfim, lugares em geral que não representam nada mais que um caminho, um lugar para se divertir e tal, sem a característica de trazer à mente diversas lembranças sobre um relacionamento conjugal que chegou ao fim.
Para tanto, cabe ao indivíduo conceber e completar o CÍRCULO. O que é isto? O CÍRCULO é a sistematização temporal de tudo o que foi vivido e considerado especial. Trata-se basicamente de uma sistematização de todos os momentos especiais que foi vivido em casal em uma linha do tempo, isso inclui também datas. Exatamente tudo que executa o papel de provocador de lembranças do que foi vivido dentro do relacionamento conjugal deve ser concebido no CÍRCULO. Mas para quê? Para que o círculo seja fechado! Isso equivale a superar (banalizar e fazer perder o sentido) tudo aquilo que foi concebido, imaginando um fim para ser alcançado, assim do início do processo ao último elemento a ser superado temos o início e o fim (ponto de fechamento) do CÍRCULO, imagine fazer uma volta completa em algo circular. Esta simbologia serve para demonstrar todo o processo de superação em uma linha temporal.
Para finalizar, por quê este processo se encaixa em uma linha temporal? É simples, pelo fato de também haverem datas “especiais” a serem superadas. Muitos casais passam datas comemorativas juntos e esses dias acabam ganhando um sentido especial, às vezes. Então, em um ano há diversas datas comemorativas, imagine que todas as datas comemorativas mais populares o casal passou junto, neste caso ele só poderá superar as datas na medida em que elas chegam e isso acontece de acordo com o tempo. Ou seja, eu não posso superar o natal no carnaval, ou o ano novo no dia dos namorados, eu só supero cada data especial no seu determinado dia de comemoração. Deste modo, a superação se dá em um linha temporal devido a própria organização temporal das datas especiais. Ao superar a última data comemorativa especial o indivíduo fecha o círculo, se for o caso de ele ter superado todas as situações especiais. Isto é, o círculo é efetivamente fechado quando se supera todas as situações especiais que foram vividas dentro do relacionamento conjugal que chegou ao fim e todas as datas comemorativas que o casal passou junto, tornando-as especiais.

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~X~

(Anderson Yankee)

http://ask.fm/Andyankee

2 respostas em “COMO SUPERAR UM RELACIONAMENTO QUE CHEGOU AO FIM? QUANTO TEMPO LEVA PARA SUPERAR?

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