LINGUAGEM POÉTICA

poeta-en-el-limbo

Rimas pobres, carentes de sentido

Até mesmo sem lógica ou harmonia

Palavras que não falam,

Não expressam, não entendem

Versos mal estruturados, mal edificados,

“Organizados” sem diploma ou prestígio

E, quanto as estrofes…

Que são estrofes?

Serão plantas? Comidas? Bebidas?

Com uma gramática assassina

Aos doutos dói na retina

E uma caligrafia de alguém que em vida ou em morte

Nunca ouvira pronunciar a palavra caligrafia

Ele escrevia poesias

Que mesmo que não pelos outros

Para ele era de muita valia

“Subjetivamente subjetivas”

Comportavam o que seu coração continha

Do amor o que ele entendia.

____________________________________

~X~

(Anderson Yankee)

10 respostas em “LINGUAGEM POÉTICA

  1. A filosofia é uma forma de pensar, que nos ajuda a entender melhor o próprio sentido de nossa existência. Sabemos, é claro, que também as ciências e as outras formas de conhecimento e de expressão cultural (arte, dança, poesia e música), nos ajudam a compreender o nosso modo de existir. Mas, ela tem um jeito particular e insubstituível de nos trazer esta compreensão, contudo, se faz necessário saber de seus conceitos e ir nos apropriando deles progressivamente para assim, nos familiarizarmos melhor com a filosofia.Outro aspecto importante que me chamou a atenção neste primeiro ano de graduação, é saber fazer uma leitura dos textos filosóficos. Em um artigo escrito por Salma Muchail, ela enfatiza que “…ensina-se e aprende-se filosofia, ensinando-se e aprendendo-se a ler filosoficamente…”. E isto significa , em primeiro lugar, ler filosoficamente textos que são filosóficos, mas também e a partir daí, ler filosoficamente textos. Nesse sentido, a prática da história da filosofia- entendida como leitura filosófica de filosofias já constituídas- é , sem dúvida, uma valiosa via de acesso ao estilo de pensamento e de linguagem que configuram o universo filosófico.Outro aspecto relevante ao ler um texto filosófico, é fazer três perguntas básicas a si mesmo: o que o texto diz, o que o texto me diz e o que eu posso dizer do texto. Com estas perguntas é possível selecionar qual será o critério ao fazer a elaboração de um trabalho. Portanto, essas são algumas sugestões para quem está iniciando nesse caminhar filosófico.

  2. Seu primeiro contato com a poesia foi logo aos 10 anos de idade, em 1963. Ele não conseguira gostar de nada do que lera nos livros escolares, até que nessa época leu uma crônica de Paulo Mendes Campos na Revista Manchete e nunca mais foi o mesmo, descobriu a verdadeira função poética da linguagem escrita. A prosa poética de Campos tocou-o: “então é possível a beleza com a escrita”, lembra-se. Feliz foi a sua descoberta, acabou lendo todas as crônicas de Paulo Mendes que foram publicadas naquela revista.

  3. Os positivistas citam dois erros fundamentais da Metafísica; O primeiro está no âmbito da linguagem. Por estar arraigada a uma linguagem tradicional, “emprega, por exemplo, a mesma classe de palavras, o substantivo, tanto para coisas como para propriedades, relações e processos”. Isto induz o pensamento humano a ter uma “concepção objetual dos conceitos funcionais”. Com isso, nos enganamos ao considerar como substantivo [1] o que não deveria ser considerado, por exemplo, os sentimentos e outras experiências subjetivas, como vivências místicas. Inclusive, a respeito destas experiências Metafísicas, os positivistas afirmam que sobre elas não se pode falar, pois “falar significa apreender em conceitos, reduzir a fatos cientificamente articuláveis”, e já que não se encontra algo de científico ou de empírico nestas experiências, nada sobre elas pode ser dito, apenas expressado; Pois o metafísico não descreve algo, ele apenas expressa algo como um sentimento perante a vida. Daí surge a afirmação de que a metafísica não produz teoria, mas somente mito ou poesia.

  4. Os positivistas citam dois erros fundamentais da Metafísica; O primeiro está no âmbito da linguagem. Por estar arraigada a uma linguagem tradicional, “emprega, por exemplo, a mesma classe de palavras, o substantivo, tanto para coisas como para propriedades, relações e processos”. Isto induz o pensamento humano a ter uma “concepção objetual dos conceitos funcionais”. Com isso, nos enganamos ao considerar como substantivo [1] o que não deveria ser considerado, por exemplo, os sentimentos e outras experiências subjetivas, como vivências místicas. Inclusive, a respeito destas experiências Metafísicas, os positivistas afirmam que sobre elas não se pode falar, pois “falar significa apreender em conceitos, reduzir a fatos cientificamente articuláveis”, e já que não se encontra algo de científico ou de empírico nestas experiências, nada sobre elas pode ser dito, apenas expressado; Pois o metafísico não descreve algo, ele apenas expressa algo como um sentimento perante a vida. Daí surge a afirmação de que a metafísica não produz teoria, mas somente mito ou poesia.

  5. “[…] Para se analisar como se dá a inferência, partimos da proposição supracitada de que os nossos raciocínios obedecem à relação de causa e efeito. Nós inferimos, deduzimos que o efeito se segue da causa, vale dizer que, necessariamente. Esta dedução funciona de tal modo: eu vejo o objeto em determinada situação e, por experiência, deduzo o seu efeito; é assim que se dão os raciocínios, inclusive as crenças na história e filosofia, salvo a geometria e a aritmética […]”.

  6. Reflexos dessa atitude encontram-se na formação de uma escritora como Teresa. Ela havia sido alguém que gostara de livros e desde menina havia feito leituras na biblioteca de seu pai, mas não tinha feito cursos de filosofia ou teologia. Assim, ao ser chamada a escrever, o que terá a seu dispor não será a linguagem douta de quem ensina e sim a despretensiosa, do quotidiano. Não a linguagem abstrata, mas a concreta, de quem fala menos pelos conceitos e mais pelas imagens familiares.

  7. Reflexos dessa atitude encontram-se na formação de uma escritora como Teresa. Ela havia sido alguém que gostara de livros e desde menina havia feito leituras na biblioteca de seu pai, mas não tinha feito cursos de filosofia ou teologia. Assim, ao ser chamada a escrever, o que terá a seu dispor não será a linguagem douta de quem ensina e sim a despretensiosa, do quotidiano. Não a linguagem abstrata, mas a concreta, de quem fala menos pelos conceitos e mais pelas imagens familiares.

  8. Os positivistas citam dois erros fundamentais da Metafísica; O primeiro está no âmbito da linguagem. Por estar arraigada a uma linguagem tradicional, “emprega, por exemplo, a mesma classe de palavras, o substantivo, tanto para coisas como para propriedades, relações e processos”. Isto induz o pensamento humano a ter uma “concepção objetual dos conceitos funcionais”. Com isso, nos enganamos ao considerar como substantivo [1] o que não deveria ser considerado, por exemplo, os sentimentos e outras experiências subjetivas, como vivências místicas. Inclusive, a respeito destas experiências Metafísicas, os positivistas afirmam que sobre elas não se pode falar, pois “falar significa apreender em conceitos, reduzir a fatos cientificamente articuláveis”, e já que não se encontra algo de científico ou de empírico nestas experiências, nada sobre elas pode ser dito, apenas expressado; Pois o metafísico não descreve algo, ele apenas expressa algo como um sentimento perante a vida. Daí surge a afirmação de que a metafísica não produz teoria, mas somente mito ou poesia.

  9. — Não creio que tenha sido apenas isso — retrucou Feliciano. — Já não se tratava apenas de “provar” a existência ou não de Papai Noel, ou do espírito de Natal, como querem alguns, mas o valor prático do comportamento ético como fonte de justiça. A vingança, que equilibraria a balança, nos força a entrar no terreno da justiça, como compensação ao bem e ao mal, se entendi bem a sua reação infantil. E agora já não mais estamos no terreno da filosofia, mas da religião ou, como você disse no início da história, da crença.

  10. A marca principal da Filosofia é a razão (logos). Toda Filosofia, todo filósofo valoriza a razão acima de tudo. A razão na Filosofia é como os números para a matemática, as fórmulas para a física, como os elementos químicos para a química. A razão é o que nos permite, e permite aos filósofos, formular um conhecimento coerente sobre o que nos cerca, sobre o universo, sobre a natureza, sobre si próprio, etc. Os primeiros filósofos construíram suas teses, seus discursos, elaboraram suas filosofias neste sentido, rompendo com o mito, questionando a sua realidade, usando a razão, buscando a causa das coisas, criando conceitos, sendo críticos, questionando coisas essenciais. Os primeiros filósofos foram pessoas que não se contentavam mais com as explicações que lhes ofereciam sobre o universo, sobre o seu mundo.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s