Torpor cotidiano

A arte de beijar é praticada cotidianamente,

Por várias idades e vários “tipos”,

Com compromisso ou sem compromisso,

~

Mas o que vale é o amor…

~

Sempre haverá beijo,

Mas beijar não implica amar,

Quem beija é feliz,

Mas sem amor lhe faltará algo,

E sempre haverá beijo infeliz.

 ~

Estar junto para amar,

Estar junto para se completar,

Estar para receber,

Como estar para dar.

E sempre haverá casais,

Mas casar não implica amar,

Quem está junto nem sempre está feliz,

E só é feliz quem ama,

E sempre haverá casais infelizes.

Se o que vale é o amor…

Os casais se unem em seu leito,

Tornam-se ali um só,

Corações no mesmo ritmo,

Celebrando a vida,

O que vale é o amor…

Mas a vida banaliza,

Perde-se o sentido profundo,

Mas há esperança ainda,

Talvez um dia a beleza do fruto do amor

Não se chame apenas sexo.

E sempre haverá casais fazendo sexo,

Mas o sexo não implica o amor,

É preciso sair do torpor cotidiano,

Pois só é feliz quem ama,

E ninguém quer ser infeliz.

Só têm medo de ser feliz.

(Andinho Yankee)

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