Ensaios sobre Literatura – Lucáks

Primeiramente, é necessário saber que Marx e Engels não tratam da estética em-si, ou seja, não discorrem acerca do assunto, no entanto a forma peculiar dos seus escritos permite o afloramento de discussões acerca de problemas capitais da literatura. Seus escritos estéticos que permite estas discussões são constituídos de cartas, anotações, conversas e trabalhos sobre temas diversos. Os trechos recolhidos constituem uma unidade orgânica e de caráter sistemático resultante das concepções filosóficas destes autores. Destas concepções, dois pontos de vista das concepções de Marx e Engels são fundamentais para poder entender esta questão estética nos escritos destes; O primeiro, que o sistema marxista não se desliga jamais do processo unitário da história. Para Marx só a história é a ciência unitária que concebe a evolução de tudo o que existe como um processo histórico único, descobrindo as leis gerais e particulares da história; O segundo, “é que para a essência do método dialético, o relativo e o absoluto formam uma unidade indestrutível”, assim, “a verdade absoluta possui seus próprios elementos relativos” e “a verdade relativa, enquanto reflexo aproximativamente fiel da realidade, reveste-se de uma validez absoluta”. Por fim, para Marx, ciência e arte não possuem uma história autônoma que resulte exclusivamente da sua dialética interior, pois a evolução destas é determinada pelo decorrer da história da produção social; é com base na história da produção social que se esclarece a história de cada campo singular. Isso não quer dizer que ele não considere uma relativa autonomia dos campos particulares.

Deste modo, é percebível que os princípios da estética e da história marxista são vistos em meio à doutrina do materialismo histórico, assim a compreensão das propriedades da estética marxista só pode ser entendida a partir desta doutrina.

O materialismo histórico atribui à economia a lei que determina o desenvolvimento histórico, no entanto ela não é a única causa ativa e todo o resto, em contrapartida, é efeito passivo. De certo, a base econômica acaba como elemento preponderante, mas há uma reciprocidade entre as ações desta e com as das demais áreas (jurídica, filosófica, religiosa, artística). Com isso, é atribuído o homem (sujeito) a força motriz do desenvolvimento histórico, inclusive ele cria a si mesmo, por intermédio do seu trabalho, e o seu grau de desenvolvimento é dado pelas condições naturais ou sociais objetivas. Relacionado a estética, os sentidos, faculdades essenciais do homem, são aperfeiçoados com o desenvolvimento da riqueza da essência humana.É importante citar que este sentido, ou sentidos, a sensibilidade subjetiva, são distintos dos subordinados a exigências práticas animais, pois estes são limitados. Os sentidos de que se trata, que são desenvolvidos durante toda a história universal dos homens, são sentidos humanos adequados a inteira riqueza da essência humana e natural.

Marx e Engels mostram como o desenvolvimento espiritual desenvolve-se particularmente, com suas leis interiores, espontaneamente, porém, é mister saber que esta autonomia não é absoluta, pois além das suas conexões particulares estão sujeitas ao influxo predominante do desenvolvimento econômico. Quanto às ideologias, a base econômica não dita o seu caminhar, pois estas têm certa autonomia relativa, assim, o trabalho dela neste campo é determinar a forma da transformação e do aperfeiçoamento do pensamento preexistente, deste modo, ela não cria nada de novo. Deste modo, o materialismo histórico reconhece que, no que diz respeito à história das ideologias, que estas não acompanham pari passu o desenvolvimento econômico da sociedade. Assim, não é necessário que cada florescimento econômico e social venha acompanhado de um florescimento no campo das ideologias (arte, filosofia), assim como não é necessário que o grau de desenvolvimento de uma sociedade possua um grau mais alto de arte ou filosofia se comparado a sociedades de viveis mais baixos de progresso.

De que modo este movimento desigual se manifesta em um determinado campo e período da historia das ideologias é um problema que só se pode responder com uma análise da própria situação concreta especificando as contradições, formulando-as.

Marx cita também que a arte é própria do seu tempo, como por exemplo, a epopéia grega foi produzida em um determinado tempo e contem traços das relações sociais de seu tempo, deste modo não pode ser reproduzida devido à dialética social. Além do mais, criações notáveis só são possíveis num grau evoluído do desenvolvimento artístico.

No capitalismo as categorias sociais (dinheiro, mercadoria, salário) aparecem numa forma reificada, com a sua essência oculta, assim, o mundo aparece completamente diverso, ou seja, deformado daquilo que é em-si. Isso exige um trabalho mental que penetre na fetichização e descubra a essência destas categorias que determinam as relações sociais. É sabido que o sistema capitalista tem o caráter miserável, em sua maior parte negativo, sem negar o caráter progressista que até Marx reconhecia, além do mais é hostil quanto à arte e á cultura, enfim, é cheio de aspectos desumanos. Com isso, a boa literatura tem que ter um caráter humanista, no sentido de defender a integridade humana do homem contra todas as tendências maléficas, que comportam principalmente atos de opressão e exploração, que a denigre. Assim, a postura do autor é de um adversário de qualquer alteração do principio do humanismo, pondo na obra a sua crítica que possibilite a tomada de consciência do receptor, possibilitando a sua emancipação. Ademais, esse trabalho humanista visa trilhar um caminha para o socialismo, onde há as condições materiais necessárias para a libertação real e definitiva do homem.

Era essa postura que Marx e Engels exigiam dos autores do seu tempo, mas percebiam a falta desta aspiração á integralidade e a essência, considerando-os assim, meros epígonos. Como na Crítica ao drama de Lassale, diz: uma vasta e rica representação da vida do povo teria podido conferir ao drama características mais realistas e cheias de vida. Para além deste caso, essa questão mostra que os meios de produção repercutem na obra independentemente da subjetividade dos artistas.

É visto que as indagações feitas ao longo do texto não tratam estritamente de questões referentes à literatura, mas também de princípios estéticos no sentido estrito de termo. 

Marx diz que certos tipos de arte de determinados lugares históricos servem como norma e modelo inigualáveis. Esta é a questão principal, e não a de elas serem atuais relacionados ao fato de proporcionarem prazer, assim, a resposta que ele dá a essa questão é que o importante é considerarmos o caráter histórico-conteudístico destas obras.

A obra de arte é criada apartir da consciência e toda tomada de consciência do mundo exterior não é outra coisa senão o reflexo da realidade, que existe independente da consciência. Assim, a criação artística representa este reflexo da realidade. Esta é uma concepção que predomina em quase todas as grandes estéticas. Deste modo, a intenção dos escritores foi a reprodução fiel, na sua totalidade e integralidade, do real na sua obra. Isso representa o verdadeiro critério da grandeza literária.

Com base nestas indagações fundamentais é possível se falar da estética marxista. Primeiramente ela não deve ser considerada um vanguardismo artístico que tem como base a luta do proletariado pela sua emancipação, já que essa luta é travada principalmente pela valorização da essência humana. Deste modo, esse tema não pode ser visto como uma simples novidade nem como uma simples renuncia ao passado, como é visto nas vanguardas. Nesse sentido o marxismo se mostra superior em relação com as ideologias burguesas exatamente por que as tornam conscientes as suas aspirações, eliminando assim os seus desvios idealistas e mecanicistas, ou seja, desvela-as mostrando as suas verdadeiras causa e proporcionando-lhes a inserção adequada dentro do sistema das leis da evolução social. Em outras palavras, “incorpora criticamente toda a herança da cultura progressista e assimila organicamente tudo que é de grande no passado”.

Ademais, a realidade que a criação artística deve refletir não é somente a fenomênica, ou seja, das particularidades das circunstancias, momentâneas. Deste modo há um grande apreço pelo realismo, ao mesmo tempo em que combate o naturalismo, ou seja, tem repulsa a tendência que procura reproduzir fotograficamente a imediatez perceptível do mundo exterior. No entanto, esse combate ao naturalismo não é radical, pois rejeita a idéia de que mera cópia da realidade deve ser rejeitada e de que as formas artísticas são independentes dessa realidade superficial, pois se há independência absoluta das formas artísticas e se considera a perfeição formal como fim em si mesma e ainda, se prescinde da realidade na busca de tal perfeição, pode haver de achar de ter o direito de modificá-lo e estilizá-lo sem necessidade, arbitrariamente. Assim, cabe a arte representar o mundo de forma fiel, mas se distanciando da cópia fotográfica e do puro jogo com as formas abstratas.

Essas questões levam a outra indagação do materialismo dialético que é o problema das relações entre fenômeno e essência. A estética burguesa não consegue captar a totalidade deste problema. A prática naturalista une fenômeno e essência de maneira mecânica, o que leva até ao desaparecimento da essência. Já a filosofia idealista consegue captar a antítese entre os dois pólos, mas se detém a ela, daí não consegue captar a unidade dialética entre eles que subsiste no interior dessa antítese. A literatura dos períodos de decadência costuma unificar estas duas tendências gerando uma pseudo-unidade baseada numa concepção do mundo mistificada. Por outro lado, baseado na autêntica dialética do fenômeno e essência, estes são momentos da realidade objetiva, produzidos pela própria realidade, existem por si dadas as circunstancias, e não pela consciência humana. Tem de haver um esforço para superar a aparência, da experiência imediata, e chegar à realidade, assim, aquilo que era uma essência que se contrapunha ao fenômeno aparece como fenômeno ligado à outra e diversa essência, e assim sucessivamente.

A verdadeira arte tem como objetivo o maior aprofundamento, visando captar a realidade na sua totalidade onicompreensiva, isto se dá desvelando os momentos essenciais que se encontram mistificados como fenômenos. Isto é, captar o processo dialético pelo qual a essência se transforma em fenômeno. Deste modo, a verdadeira arte fornece um “quadro de conjunto da vida humana, mostrando no seu movimento, na sua evolução e desenvolvimento”. Então, há um modo de apreensão da unidade universal móvel do universal e do singular de maneira peculiar nas formas fenomênicas especificas da arte. Nesse sentido, a arte conduz a “intuição pela sensibilidade desse movimento como movimento mesmo, na sua unidade viva”. Uma das mais importantes categorias desta síntese é a do tipo; e não por acaso, pois este está na incluso na definição de Marx e Engels dão ao verdadeiro realismo. Mas, com esse apreço pelo típico, não se deve contrapô-lo absolutamente ao caráter único do fenômeno, pois este também representa um indivíduo singular, ao mesmo tempo em que cada um também é um tipo. No tipo todas as contradições se articulam em uma unidade viva, ele contém todos os traços da unidade dinâmica na qual a autentica literatura reflete a vida. O tipo tem o poder de fundir o elemento humano eterno ao e o historicamente determinado, aquilo que é expresso nas circunstâncias ao universal.

É importante ressaltar que a estética marxista nada tem a ver com a cópia fotográfica da vida cotidiana. Não é necessário que, na concepção do realismo marxista, que a criação artística represente somente fenômenos da vida cotidiana, pois até uma extravagante fantasia poética pode ser conciliável a tal concepção, desde que esta ponha em especial relevo as forças essenciais dos fenômenos. Deste modo, o conceito de tipo, já citado acima, é aquele que melhor evidencia a peculiaridade da estética marxista, pois fornece uma solução para a dialética essência-fenômeno e também remete sempre ao processo histórico-social do qual a melhor arte realista constitui o melhor reflexo, daí a objetividade da estética marxista, que consiste justamente nesta tentativa de reprodução da realidade de maneira fidedigna, objetivamente, na sua essência. Ademais, relacionado às abstrações, é preciso concentrá-las em situações e figuras típicas o tecido do conjunto da evolução social para acompanhar o seu processo e entender a fantasia.

Outro fator marcante na estética marxista é a valorização do autor, pois se considera que ele não a crie pelo fato de ele descobrir uma essência que existe independentemente dele e que permanece mistificada. Mas é justamente deste fato que decorre a valorização do autor, pois na obra está impregnado o despertar da consciência do desenvolvimento social, a autoconsciência. Isto leva esta atividade a ser considerada de grau elevado e em conseqüência, valorizada legitimamente. Assim, a atividade do artista, que não é um ato simples e definitivo, aqui é um processo de aproximação gradual da realidade; realidade esta que não é atingida por qualquer um e sim somente para os maiores e mais perseverantes gênios da criação artística. Inclusive, estas características são precisas para os artistas que conseguem acompanhar o processo de abstração citado acima, o qual o marxismo nem mesmo o reconhece.

Diante de tais características da atividade dos artistas, necessariamente a esta não é de caráter neutro, pois, para poder efetivar a sua atividade, ele investiga e define a direção e o ritmo dos processos sociais, isso implica uma tomada de consciência e assim, a tomada de uma posição. Deste modo, ele não representa situações estáticas e nem é um espectador passivo desses processos. Considerar isto pode ser tomado como fuga, evasão, um fechar de olhos diante dos grandes problemas da vida e da arte.

Parece contraditório o fato de o autor captar as essências que existem por si na natureza independente dele e representá-las na obra tal como elas são e ao mesmo tempo essa representação culminar numa tendência. No entanto, isso não se mostra contraditório quando se considera a chamada arte de tendência ou de tese. Neste tipo de arte encontra-se a defesa e demonstração de uma tese ou tendência social ou política do artista por meio da sua obra de arte. O importante aqui é que, para demonstrar a verdade de uma proposição qualquer, não se deforme a realidade objetiva; e isso de fato é feito por muitos artistas. Daí que, diante dos grandes problemas do progresso da humanidade, nenhum grande escritor pode permanecer indiferente frente a eles.

Nesse sentido, Marx considera um só personagem ou até mesmo toda a obra como expressão direta e imediata das opiniões do autor, isto ocorre para a crítica da tendência do autor, isto impede o desenrolar da história do personagem segundo suas características próprias, intimas. É isso que ele faz na crítica a tragédia de Lassalle, onde expressa uma idéia de liberdade religiosa, a idéia central ficou sendo a da unidade burguesa, assim, os indivíduos se tornaram meros porta-vozes do espírito do tempo. Ademais, essa critica não implica que a verdadeira literatura não implique em uma tendência, pois ela de fato segue. No entanto, a tese, fazendo referência de maneira explícita ou não à situação e a ação, represente a realidade mesma, da qual a arte constitui o reflexo dialético.

Ainda a respeito da tendência do autor, não é necessário que ela seja de uma concepção social de esquerda em virtude da vivencia na sociedade de classes, ou seja, para a obra ser considerada grande o autor não necessita possuir uma concepção do mundo progressista. Isso é visto, por exemplo, em Balzac, que é um autor realista e legitimista e admirador da aristocracia, exprimia em suas obras uma concepção oposta à que o mesmo possuía. Nesse caso, Balzac mostrava que os seus adversários políticos — os republicanos revoltosos — eram os heróis da época, os homens do futuro, isto por enxergar a inevitável decadência da boa sociedade, condenada a perecer.  O interessante aqui é que Balzac antecipa este fato que mais tarde se concretizara, e isso é o que Engels considera o que constitui um dos maiores triunfos do realismo. Então, como é visto, há uma renuncia de Balzac a simpatia da classe aristocrática para descrever a realidade fidedignamente, tal como ela é, isto é, ele enxerga a necessidade da superação dos seus preconceitos, tal como diz Engels. Isso foi possível graças a honesta estética incorruptível, que não prioriza a vaidade nem as concepções do artista acima da essência, isto é, está acima de qualquer desejo pessoal mais íntimos e descreve a realidade tal como ela é. Aqui é permitido o desenvolvimento livre dos personagens, até as ultimas conseqüências sem se incomodar com as suas convicções. Assim, não há a tentativa da reprodução de uma ideologia sem medidas, apenas no intuito de apresentá-la por simpatia com a mesma, desvalorizando o intuito principal que é a fidelidade com a realidade, a valorização à integridade do homem.

A acepção marxista rompe com a idéia de que das concepções políticas do autor se deduz o valor da obra. Por outro lado, o triunfo do realismo se dá quando se sabe utilizá-lo, com genuíno espírito historicista e com discernimento estético e social. Isto é, tem que se estabelecer, ainda que não conscientemente reconhecida, uma relação profunda entre uma corrente progressista do desenvolvimento humano; não é necessariamente correto que esta ideologia seja simpática ao marxismo, como também não basta apenas se afastar de uma ideologia abertamente proclamada, mas sim, como já foi dito, saber utilizá-la.

Um dos maiores motivos que leva os realistas à prática desta corrente de maneira correta é a salvaguarda da integridade do homem — assim como foi visto em Balzac — cada um reproduzindo à sua maneira particular. Isto se dá por que grandeza artística, realismo autentico e humanismo são intrinsecamente conexos. Esta prática, quando efetivada, eleva o nível qualitativo da obra. Ademais, esta preocupação com o humanismo é um dos princípios essenciais da estética marxista, sendo assim, Marx e Engels tornam-se um dos maiores defensores desta concepção e conseqüentemente seu nível estético é de um nível qualitativo demasiadamente elevado. Estes só conseguem efetivar esta ação devido a concepção materialista da história que têm. Só esta consegue reconhecer as agressões ao princípio da integridade humana como derivados dos processos econômicos, matérias, ou seja, essas agressões existem como conseqüência destes processos. Assim Marx e Engels chegam ás raízes da questão, possibilitando assim superá-la da crítica irônica em prol das manifestações anti-humanas própria das sociedades divididas em classes.

Deste modo, eles mostram cientificamente o que é necessário para impedir a corrupção do humano, dando as condições para a consciência da classe proletária e assim os meios para o aperfeiçoamento das bases sociais, políticas, espiritual e artística para, em conseqüência, elevar a humanidade a um nível elevado. Para Marx, é no socialismo que tudo isso é possível. No humanismo socialista inserido na estética marxista, da concepção materialista da história se extingue o desejo alienado de possuir para dar alugar aos sentidos físicos e espirituais naturais do homem, isto é, a emancipação dos sentidos e todas as faculdades humanas para que estes se tornem humanos, tanto subjetiva com objetivamente.

Por fim, é mister saber que esta concepção de que a emancipação do homem se dá definitivamente no socialismo de modo algum repudia as realizações nem a cultura das diversas sociedades divididas em classes. Mas a considera como uma fase de transição para o inicio da verdadeira historia da humanidade que se dá no socialismo, assim, o capitalismo é visto como uma pré-história que constitui um elemento essencial da formação do próprio socialismo.

Sendo assim, a estética marxista que busca a integralidade da humanidade, considerando esta em suas características reais, sem distorcê-la de acordo com tendências deformadoras da integridade humana, trazendo assim um cunho de importância social para a obra arte, é de caráter fundamental para se garantir um conhecimento seguro acerca da realidade, pois é esta a principal preocupação desta expressa por meio do seu realismo. Isto é imprescindível para um desenvolvimento da sociedade livre de ideologias alienadoras e puramente humanas. Unifica o conhecimento histórico e o conhecimento artístico tornando possível traçar uma linha entre juízo histórico e juízo artístico. Resolvendo assim, problemas fundamentais o valor estético permanente da obra de arte e o processo histórico do qual a obra de arte não pode ser separada.

~X~

 

(Anderson Yankee)

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