Retratação

 

 

Eu, Anderson Yankee, venho por meio deste post  retratar-me a respeito de um post recentemente publicado neste wordpress, cujo título se apresenta como “A primeira da série começou a putaria”.  De fato este é um título inapropriado para se tratar de qualquer coisa, o mesmo vale para qualquer tipo de pessoa como no caso do post em questão.

Em “A primeira da série começou a putaria” eu falava de uma garota a qual conheci no dia um de janeiro de 2011, na virada do ano para ser mais específico. O sentido da retratação é desclassificar Pollyana Sheron desta série, pois ao longo do tempo muitas coisas mudaram, coisas que me surpreenderam pelo fato de eu não contar com o acontecimento das mesmas.

Em primeiro lugar, o pré-requisito básico para uma menina se enquadrar nesta série é ter ficado comigo em qualquer circunstancia e sem nenhum tipo de laço mais forte, ou seja, sem nenhum sentimento envolvido na relação. Quanto à Polly, nós ficamos em uma determinada circunstancia sem envolver nenhum tipo de sentimento que venha a unir duas pessoas por um laço forte, no entanto, ela pegou meu número com a minha prima, que é amiga de infância dela, e desde então mantemos contato todos os dias e por um grande espaço de tempo, o que despertou em mim uma grande consideração por ela e mais: desejo de vê-la novamente, vontade de tocá-la e beijá-la, vontade de sair com ela (até já sai), vontade de ligar para ela… (Onde isso vai parar?)

Brincadeiras à parte, eu passei a gostar bastante dela, pois ela me conquistou com um elemento peculiar, o livre arbítrio. Acho impressionante o jeito como ela me deixa a vontade pra tomar decisões em prol do meu bem-estar. O que faz isso ser mais impressionante é que ela diz gostar de mim, me fala coisas que me exalta, me surpreende, me excita, mas me deixa livre para inclusive ficar com outras meninas. E eu já fiquei, e ela já soube várias vezes, mas continua firme sem mudar em nada o seu comportamento com relação a mim, pelo contrario, até melhora (Nossa). Definitivamente, é o que eu estava procurando.

Pensando bem, parece-me ser bom demais, pois no dia em que ficamos ela foi quem me procurou e pediu para ficar comigo em falando coisas que me persuadiu a passar o resto da noite com ela, abrindo mão de ficar com várias e várias outras meninas (cachorro). Ademais, consideremos que ela é muito bonita, é solteira, tem 16 anos, é bailarina e professora de balé (repito: eu nunca tinha ficado com uma bailarina), e para além disso possui qualidades pessoais que me encanta (extrovertida, carinhosa, calma, dedicada, consciente, ousada, gosta de surpreender).

Deste modo, após tantos elogios, acho que estou perdoado não é? Acho que sim!

Para finalizar, digo: “Se a minha escolha não fosse apenas curtir, eu enamorá-la-ia”, mas quem sabe, estou deixando tudo fluir e estou disposto a entrar de cabeça em tudo o que bater de rente comigo. “Viva o novo, e o amanha é meu, o dia mais feliz da minha vida”.

 

Ah, Polly, se você ler isso aqui, não esqueça que você me deve um banho de espumas na banheira de um determinado lugar. Aguardo ansiosamente (rsrsrsrs).

 

~X~

 

(Anderson Yankee)

 

 

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