Paradoxos dos últimos momentos de vida

 1- Ela me queria bem ou não? Amava-me ou não? Queria ou não ficar comigo?

Se ela dizia que me amava, pra mim bastava, eu acreditava cegamente. Mas se ela me tratava estranhamente se comparado aos momentos antes de ela conhecer os atuais colegas de faculdade, antes de manter a socialização atual (rsrsrsr), de fato podemos considerar que há algum fator negativo dentro dela, pois o tratamento estranho era negativo. Se ela me trata negativamente dá margem pra repensar o amor dela e a vontade dela de estar comigo. Se ela me trata estranhamente, valorizando mais a terceiros e me destratando em certos momentos, será que ela quer continuar comigo? Se não, está brincando comigo ou sendo imatura e fraca pra renunciar a um simples desejo de posse. Se quer ficar continua brincando comigo, sendo mal caráter e imatura por que está me destratando e me fazendo mal. Ora, ela diz que me quer bem, logo, algo está errado aqui. Ela cuida de mim quando estou mal com toda esta confusão que me causa sérios problemas psicológicos e conseqüentes dores no corpo e alma. Mas ela cuida de mim, me alivia as dores, no entanto, disse que quando eu ficar bem vai me deixar. Ora, isso não vai me causar outra dor?

Já não to entendendo mais nada. Ela me ama ou não? Quer-me bem ou mal? Quer ficar comigo ou não?

Que confusão. Não foi por menos que eu fiquei louquinho, sem saber quem eu mesmo era. (Freud Explica)

 2- Depois disso, ela acabou comigo? Disse que ia estar do meu lado, mas só como amiga! Mas quando eu sai de casa ela disse que eu tinha entendido errado e que tinha só dado um tempo, pois seria melhor para nos recuperar, nos tratarmos, enfim. Mas, ao conversar com minha mãe ela revelou ter sido a mãe dela que a ordenou dar um tempo no namoro para o espairecimento de ambas as partes. Dias depois a irmã dela revela a minha irmã que ela pregava ter sido a minha tia quem a deu tal ordem, ou seja, foi minha tia quem a mandou dar um tempo, pois seria bom tanto para ela quanto para mim.

Jesus, quem a mandou dar um tempo, afinal? Foi por vontade própria dela, fora a mãe dela ou foi a minha tia? Ou será que foi outra pessoa ou, quem sabe, uma entidade? Ademais, se foi uma terceira pessoa que a ordenou tal ato, Ela não pensa por si própria? E, se foi ela mesma, por qual motivo citou outras pessoas como responsáveis por tal ação?

Ai minha cabeça!

 Até quando vai este tempo? Pois já faz uma semana e eu não recebi nenhuma satisfação da parte da dita cuja. O que será que se passa? Se foi por vontade dela o tal ato de dar um tempo, é de responsabilidade dar uma satisfação sobre este tempo que foi dado. Caso não tenha sido da vontade dela, ou seja, se foi alguém que pensou por ela que era melhor dar um tempo, continua sendo responsabilidade dela de dar uma satisfação. A não ser que a outra pessoa ainda está pensando no que ela vai me dizer, ou a outra pessoa julgou por ela não ser tempo suficiente e, assim, ainda não lhe deu a ordem de vir conversar comigo!

Ai, ai, minha cabeça!

Mesmo que na cabeça dela já esteja tudo acabado, ainda assim é de responsabilidade dela me procurar e me dar uma satisfação, mesmo que eu passe pela rua e não olhe para a cara dela. Caso não tenha o que dizer, ela pode chamar minha tia, minha mãe, a mãe dela, a vizinha, a amiga, quem quer que seja pra pensar por ela.

As vezes acho que estava louco. Agora vejo que o meu caso nao era tao grave.

~X~

 

(Anderson yankee)

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s